Não há sombra de dúvida de que houve de fato escandalosa inconstitucionalidade (Art. 52 CF88) no Julgamento final da "querida". Agora, quem julgou (Ricardo Lewandowski - STF) é quem está sendo julgado, seja pelos operadores do direito e imprensa (naturalmente críticos ferrenhos), seja pela sociedade (que clama pela devida punição legal, moral e politica).
Nas sobrelinhas, o que me pergunto e trago à reflexão dos amigos é que se, diante de tudo isto, não teria sido de fato a maior punição para Dilma permitir que ela continue com seus direitos políticos? Jogou-se um balde de água fria nos discursosvitimistas mais fervorosos que, iludidos, enxergam nisso uma vitória em meio a derrota... E outra, quem quererá um dia, enquanto candidato (não alienado), posar ao seu lado e manter o intuito de transmitir confiança, respeito e credibilidade? O fato de ela permanecer elegível é estrategicamente interessante para os seus opositores, pois, pela rejeição que conseguiu acumular, enfraquecerá sempre o lado a que integrar.
Imagine usar uma bola de canhão para matar uma formiga, já encurralada. Seria mais ou menos assim na pena de morte politica declarada se houvesse o emprego de excesso de força, o que a transformaria em mártir nas páginas da história, funcionando como combustível aos esquerdistas mais inflamados ou que pudessem encantar os ouvidos daqueles que não viveram a nossa época, mas que por ventura repitam como papagaios de pirata, o grito infame e desesperado do "É golpe!" que ecoa nas cabeças vazias e bocas cheias dos "militontos" comunistas. Já a morte politica lenta e gradual a deixará à míngua, esquecida em vida, usada como exemplo a não ser seguido, e em morte como alguém não tão querida assim.
Nas sobrelinhas, o que me pergunto e trago à reflexão dos amigos é que se, diante de tudo isto, não teria sido de fato a maior punição para Dilma permitir que ela continue com seus direitos políticos? Jogou-se um balde de água fria nos discursos
Imagine usar uma bola de canhão para matar uma formiga, já encurralada. Seria mais ou menos assim na pena de morte politica declarada se houvesse o emprego de excesso de força, o que a transformaria em mártir nas páginas da história, funcionando como combustível aos esquerdistas mais inflamados ou que pudessem encantar os ouvidos daqueles que não viveram a nossa época, mas que por ventura repitam como papagaios de pirata, o grito infame e desesperado do "É golpe!" que ecoa nas cabeças vazias e bocas cheias dos "militontos" comunistas. Já a morte politica lenta e gradual a deixará à míngua, esquecida em vida, usada como exemplo a não ser seguido, e em morte como alguém não tão querida assim.
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